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Kite Ladies Trip 2016

Rotulada de sexo frágil, as mulheres venceram preconceitos, quebraram barreiras e invadiram as modalidades esportivas. Com toda garra e força, elas se tornaram campeãs e vencedoras de seus próprios limites.

Um dos esportes que vêm atraindo cada vez mais praticantes do sexo feminino é o Kitesurf. Febre em todo o mundo, ele conquistou o coração da categoria. Hoje já é possível participar de campeonatos e trips só de mulheres.

Em agosto desse ano a atleta profissional Samy Marins juntou oito kitesurfistas para uma viagem de tirar o fôlego. Começava ali a primeira trip exclusivamente feminina. Foram 10 dias em busca de diversão e aperfeiçoamento no esporte.

Para a pernambucana Carolina Dantas fazer a Kite Ladies Trip, foi uma experiência incrível. “Conheci lugares que eu nunca tinha velejado. Aperfeiçoei meu downwind e evoluí bastante no esporte. Com certeza estarei na próxima trip”, concluiu.

Carol Dantas na Lagoa do Cauípe

Carol Dantas na Lagoa do Cauípe

O grupo se instalou em Cumbuco, conhecido como berço dos velejadores devido às condições climáticas e visitou Taiba e Paracuru, onde encararam a tranqüilidade das lagoas e as ondas agitadas do mar.

“Aprendi muito, não imaginei que fosse evoluir tanto e ainda conseguir perder o medo das ondas. Acredito que ter uma atleta profissional nos orientando foi fundamental. Agora é continuar treinando e esperar pelo próximo velejo”, disse Maria Augusta participante da trip e moradora de Santa Catarina.

Maria Augusta - Lagoa do Cauípe

Maria Augusta – Lagoa do Cauípe

De acordo com Jessyca Dayane, velejadora local, o Kite Ladies foi um sucesso. “Foi muito bom compartilhar minhas experiências e aprimorar os conhecimentos com as meninas e a idealizadora desse projeto. Só tenho a agradecer todos os incentivos e a confiança em mim, agora eu sei, a prática é amiga da evolução”, afirmou a velejadora.

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Jessyca Dayane

Samy Marins responsável pelo grupo conta que todas as participantes ficaram instaladas na Pousada do Kitecabana, localizada próxima de um dos melhores lugares para velejo. Ela conta que durante a maré seca e devido ao forte vento, o local se torna propício para a prática do Freestyle. Já na maré cheia elas encaravam as ondas do Pico das Almas, Taíba e Paracuru e finalizavam o dia apreciando um belo pôr do sol.

“Foi uma semana bem produtiva. Fizemos downwind pelas praias, clínica sobre o esporte em geral e ainda contamos com a presença de velejadoras locais. Elas foram fundamentais para a troca de experiência entre as participantes . Fiquei muito feliz com o resultado do projeto. A categoria feminina está crescendo bastante e precisa de mais eventos como esse. Foi bom poder contribuir com a evolução das velejadoras. Acredito que essa será a primeira de muitas trips que virão por aí. Aguardem, em breve estaremos em alguma praia diferente, com mais onda, vento e sol”, declarou Samy Marins.

Samy Marins no kitewave

Samy Marins no kitewave

Por: Bianca Corbacho –  http://www.sportenergy.com.br/velejadoras-no-comando-das-pipas-coloridas/

Fotos: Samy Marins, Carolina Dantas e Maria Augusta

Kite Ladies Trip 2017

2 comentários

  1. Esta é uma deprote maginifico para ambos os sexos. Não é uma questão de força, mas de saber como lidar com os ventos, algo que as mulheres sabem fazer muito bem. Prova disso é este relatório.

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